Rota da Resistência Quilombola
Do Cais do Valongo aos quilombos que resistem até hoje, uma rota de memória da diáspora africana.
Uma rota de memória e resistência sobre a brutalidade da diáspora africana forçada e a força de quem sobreviveu a ela. O percurso liga o Cais do Valongo, no Rio de Janeiro — maior porto de chegada de pessoas escravizadas nas Américas —, aos portos clandestinos usados em Mangaratiba e Búzios depois da proibição do tráfico, no século XIX. O trajeto passa por quilombos que existem até hoje, como o da Rasa (Búzios) e o de Machadinha (Quissamã), onde comunidades quilombolas preservam expressões culturais como o jongo, a culinária de terreiro e religiões de matriz africana.
Municípios desta rota
- Rio de Janeiro — Região Metropolitana
- Mangaratiba — Região da Costa Verde
- Armação dos Búzios — Região das Baixadas Litorâneas
- Cabo Frio — Região das Baixadas Litorâneas
- Quissamã — Região Norte Fluminense
- Valença — Região do Médio Paraíba